Tele Eletricista
Terca,
6 de Jan
 
Prestação de Serviços Eletricos Residenciais e Ind
   
Manutenção prevetiva e corretiva
  Fugas de Corrente
• Uma causa muito comum de perda de energia e o conseqüente aumento na conta de energia elétrica é a fuga de corrente. Fugas de corrente são um comprometimento da segurança, devendo ser sanadas assim que detectadas.
Suas principais causas são:
- aparelhos defeituosos;
- emendas malfeitas ou mal isoladas;
- fios desencapados ou com isolamento desgastado;
- conexões inadequadas ou malfeitas.
• Em geral, há necessidade do auxílio de profissional habilitado para a de
Proteção e Segurança para a Instalação
• Ao fazer qualquer reparo na instalação, desligue o disjuntor ou a seccionadora do circuito.

• Mantenha sempre livres e desobstruídos os locais destinados aos equipamentos e instalação elétrica.

• Efetue periodicamente um exame completo na instalação, verificando o estado de conservação e limpeza de todos os componentes.

• Troque peças defeituosas ou em más condições.

• Não utilize materiais de qualidade inferior, pois estes prejudicam a passagem de corrente elétrica e provocam superaquecimento.


Aumento de carga
• Sempre que houver necessidade da instalação de novos aparelhos, ou simplesmente aumento significativo de carga, deve-se consultar a concessionária para verificar a disponibilidade de fornecimento na rede.

• Deve-se também consultar um profissional habilitado para averiguar se a fiação e sua respectiva proteção estão de acordo com a nova carga. A sobrecarga de circuitos elétricos pode provocar acidentes graves! o Troque fios desencapados, velhos ou defeituosos imediatamente.

Fusíveis e Disjuntores
• Os fusíveis são dispositivos de proteção contra sobrecorrentes provocadas por sobrecarga ou curto-circuito na instalação elétrica. Portanto, quando um fusível se "queimar", deve-se desligar imediatamente a chave elétrica correspondente para só então identificar a causa da "queima".

• O fusível danificado deve ser sempre substituído por outro de igual capacidade em ampères.
• Os fusíveis nunca devem ser subsituídos por moedas, arames, fios de cobre ou alumínio, ou quaisquer outros objetos. Essa adaptação, além de perigosa, elimina o principal dispositivo de segurança contra contingências na instalação. É recomendável a utilização de proteção através de chave-faca com fusível, contatores com relé térmico, relés e disjuntores etc.

Emendas
• As emendas de fios e cabos devem ser bem feitas, através de conectores apropriados, devendo-se dar atenção às emendas de cobre com alumínio, utilizando-se nesse caso conectores bimetálicos.
• Isolar as emendas com fita isolante, não utilizando esparadrapos, fitas adesivas etc. As emendas necessárias deverão estar sempre em caixas de passagem e derivações, nunca em eletrodutos.

• Não efetuar emendas com fios de seções (bitola) diferentes. Além de perigosas, essas práticas podem aumentar as perdas no sistema.


Equilíbrio de fases

A distribuição não equilibrada de cargas pelas fases pode causar vários efeitos:
- queima de fusíveis ou desligamento dos disjuntores;
- aquecimento dos condutores e conexões;
- funcionamento inadequado dos equipamentos conectados a uma fase mais carregada que as outras.
• O desequilíbrio deve ser corrigido transferindo alguns equipamentos da fase mais carregada para a fase menos carregada. A medição e a transferência das carga deve ser executada por profissional habilitado.


Principais Causas do Baixo Fator de Potência

Motores operando em vazio

• Os motores elétricos consomem praticamente a mesma quantidade de energia reativa necessária à manutenção do campo magnético, seja operando a vazio ou a plena carga.
• O mesmo não acontece com a energia ativa, que é diretamente proporcional à carga mecânica solicitada no eixo do motor. Assim, quanto menor a carga mecânica solicitada, menor energia ativa consumida e, conseqüentemente, menor o fator de potência.

Motores superdimensionados

Este é um caso particular de motores operando em vazio, cujas conseqüências são análogas.
• Geralmente os motores são superdimensionados, apresentando um potencial de redução de perdas de energia.
• O costume de substituir um motor por outro de maior potência é muito comum - principalmente nos casos de manutenção para reparos -e a substituição transitória passa a ser permanente, não se levando em conta que um superdimensionamento provocará baixo fator de potência.

Transformadores operando em vazio ou com pequenas cargas
• Analogamente aos motores, os transformadores, operando em vazio ou com pequenas cargas, consomem uma quantidade de energia reativa relativamente grande quando comparada com a energia ativa, provocando um baixo fator de potência.

Transformadores superdimensionados

Tensão superior à nominal, quando aplicada aos motores de indução, ocasiona aumento do consumo de energia reativa e, portanto, diminui o fator de potência.

Lâmpadas de descarga
• As lâmpadas de descarga (vapor de mercúrio, vapor de sódio, fluorescentes etc.) para funcionarem necessitam do auxílio de um reator. Os reatores, como os motores e os transformadores, possuem bobinas ou enrolamentos que consomem energia reativa, contribuindo para a redução do fator de potência das instalações.
• Reatores com alto fator de potência ou reatores eletrônicos podem contornar, em parte, o problema de baixo fator de potência da instalação.

Grande quantidade de motores de pequena potência

A grande quantidade de motores de pequena potência provoca baixo fator de potência (o correto dimensionamento desses motores às máquinas a eles acopladas é difícil, ocorrendo freqüentemente o superdimensionamento dos mesmos).

Conseqüências para a instalação

Uma instalação operando com baixo fator de potência apresenta os seguintes inconvenientes:
• Incremento das perdas de potência;
• Flutuações de tensão, que podem ocasionar a queima de motores;
• Sobrecarga da instalação, danificando-a ou gerando desgaste prematuro;
• Aumento do desgaste nos dispositivos de proteção e manobra da instalação elétrica;
• Aumento do investimento em condutores e equipamentos elétricos sujeitos à limitação térmica de corrente;
• Saturação da capacidade dos equipamentos, impedindo a ligação de novas cargas;
• Dificuldade de regulação do sistema.

Métodos de Correção do Fator de Potência
• A correção do fator de potência deverá ser cuidadosamente analisada e não resolvida de forma simplista (isto pode levar a uma solução técnica e economicamente não satisfatória). É preciso critério e experiência para efetuar uma correção adequada.
• Lembre-se que cada caso deve ser estudado especificamente e que soluções imediatas podem não ser as mais convenientes.
• De modo geral, quando se pretende corrigir o fator de potência de uma instalação, surge o problema preliminar de se determinar qual o melhor método a ser adotado. Independentemente do método adotado, o fator de potência ideal no circuito elétrico, tanto para os consumidores como para a concessionária, é o valor unitário (1,0). Entretanto, esta condição nem sempre é conveniente e, geralmente, não se justifica economicamente. A correção efetuada até o valor de 0,95 é considerada suficiente.

A seguir são abordados os métodos utilizados na prática e que poderão servir como modelo para a orientação de cada caso específico.

Alteração das Condições Operacionais ou Substituição de Equipamentos

As primeiras medidas que devem ser aplicadas para correção de baixo fator de potência são aquelas relacionadas às condições operacionais e características dos equipamentos.

Correção por Capacitores

A correção do fator de potência através de capacitores constitui a solução mais prática em geral adotada. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados para que os capacitores não sejam usados indiscriminadamente.
Os capacitores podem, a princípio, ser instalados em quatro pontos distintos do sistema elétrico:
• Junto às grandes cargas indutivas (motores, transformadores etc.)
• No barramento geral de Baixa Tensão (BT)
• Na extremidade dos circuitos alimentados
• Na entrada de energia em Alta-Tensão (AT) Cada situação merece um estudo da melhor alternativa. Em geral, no caso de motores, a opção é instalar o capacitor próximo da carga.
No que se refere ao dimensionamento dos bancos de capacitores (isto é, na determinação da potência reativa em kVAr a ser instalada de modo a corrigir o fator de potência) verifica-se que tal problema não é suscetível de uma solução imediata e simples.
Cada problema exige um estudo individual e tem uma solução própria, devendo ser executado por profissional capacitado.

Motores
• Dar preferência ao uso de motores com o Selo Procel de Economia de Energia.
• Os motores devem funcionar entre 60 a 90% de sua potência nominal.
• Se a máquina necessitar de 2 ou 3 velocidades diferentes, pode-se utilizar um motor assíncrono com 2 ou 3 velocidades.
• Adotar, sempre que possível, variadores eletrônicos de velocidade.
• Considerar a utilização dos motores com perdas reduzidas, dando preferência aos motores da linha de alto rendimento.
• Evitar utilizar motores superdimensionados. Por ocasião de uma troca, instalar um novo motor com potência adequada.
• Desligar os motores das máquinas quando estas não estiverem operando.
• Verificar se as características do motor são adequadas às condições do ambiente onde está instalado (temperatura, atmosfera corrosível etc.).
• Verificar a possibilidade de instalar os motores em locais com melhor ventilação e em ambientes menos agressivos.
• Verificar se os dispositivos de partida são adequados.
   
DICAS
 

A palavra aterramento refere-se

à terra propriamente dita. O aterramento é o fio ou a barra de cobre enterrado, onde passa a corrente elétrica para o solo. Quando se diz que algum aparelho está aterrado(ou eletricamente aterrado) significa que um dois fios de seu cabo de ligação está propositalmente ligado à terra. Ao fio que faz essa ligação denominamos "fio terra".
É obrigatório que todas as tomadas tenha o seu fio terra. Normalmente já vêm com o fio terra instalado, seja no próprio cabo de ligação do aparelho à tomada, seja separado dele. No primeiro aceso, é preciso utilizar uma tomada com três pólos onde será ligado o cabo do aparelho.

No segundo caso, uma tomada com dois pólos é suficiente. O fio terra do aparelho (que obrigatoriamente deve ser verde ou verde-amarelo e que fica normalmente no fundo do equipamento) deve ser ligado diretamente ao fio terra da rede.
   
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APRENER A CALCULAR O CONSUMO DO CHUVEIRO
  Aprender a calcular o consumo de energia dos aparelhos elétricos é um bom passo para controlar e economizar eletricidade. Veja como é facil fazer isso.

Normalmente, a potência (número de watts) de um aparelho qualquer, até de uma lâmpada, está gravada nele ou consta em seu manual de instrução.
Para calcular o consumo, basta multiplicar o número de watts do aparelho pelo número de horas que ele permanece ligado no mês. Como o consumo é cobrado em quilowatt-hora(kWh), divida o resultado por mi
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